Lugares na primeira fila para assistir à Grande Migração
Contemple um dos maiores espetáculos da natureza com a Auberge Safari
Um ciclo interminável de nascimento, movimento e morte, sem um início nem um fim reais — a Grande Migração é o coração pulsante do Ecossistema Serengeti-Mara; o ritmo constante dos seus cascos é o seu pulso. Embora as travessias do rio Mara dominem as notícias, cada etapa desta viagem pulsa com vida e morte — desde as alcateias de leões que perseguem os retardatários no sul até às travessias do rio Grumeti, menos conhecidas mas igualmente implacáveis.
UM CICLO DE SOBREVIVÊNCIA E RENOVAÇÃO
1,5 milhões de gnus, 200 000 zebras e 300 000 gazelas de Thomson empreendem esta extenuante viagem anual.
1 000 milhas percorridas ao longo de um ano.
Durante a época de parto, registam-se 8 000 nascimentos por dia — cerca de meio milhão no total.
200 000 gnus morrem em cada ciclo de migração, seja por exaustão, afogamento ou predação.
Viva cada etapa desta viagem extraordinária
Embarque num Safari Auberge
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Seguindo os passos da Grande Migração
A sua viagem dramática num relance
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A Época do Parto | Janeiro a março
No meio das férteis planícies de relva baixa do sul do Serengeti, de Ndutu e da Área Protegida de Vida Selvagem de Greater Mwiba, cerca de 8 000 crias dão os seus primeiros passos vacilantes todos os dias. Quase meio milhão nasce no espaço de três semanas — e os predadores (leões, chitas, leopardos e hienas) nunca estão muito longe.
- Viva a época do parto nas Planícies de Mwiba e no Mwiba Lodge.
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A Época do Acasalamento | Abril a junho
O céu que se escurece no final de março anuncia a chegada das chuvas prolongadas, desencadeando a migração dos rebanhos para noroeste. Isto marca o início da época do cio, em que os machos se enfrentam na competição pelas fêmeas, com os seus grunhidos agressivos a ecoarem pelas planícies.
- Viva a época do cio em Mila.
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As travessias do rio Mara | Julho a outubro
As águas de corrente forte do rio Mara, no norte, preparam o cenário para a corrida desesperada das manadas para alcançarem as planícies encharcadas pela chuva do Maasai Mara, no Quénia. As travessias não são um evento único — desenrolam-se ao longo de meses, em vários pontos ao longo da margem do rio, por vezes várias vezes por dia. Quando as megamanadas se deslocam, milhares de cascos trovejam ao mesmo tempo nas águas turbulentas. Quando isso não acontece, é possível ver alguns retardatários a atravessarem o rio com cuidado.
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A Viagem para o Sul | Novembro a Dezembro
As chuvas curtas chamam os rebanhos de volta ao Serengeti. Para lá chegarem, enfrentam mais uma vez o perigo do rio Mara, atravessando-o em ondas à medida que este corre para sul, em direção às zonas de parto, onde o ciclo recomeça.